Miriam Cohen, professora no departamento de Direito, conta sobre seu instigante percurso acadêmico e como estudar na UdeM abriu diversas portas para o mundo.

Programme d'études

Maîtrise en droit international

Miriam Cohen, professora no departamento de Direito, conta sobre seu instigante percurso acadêmico e como estudar na UdeM abriu diversas portas para o mundo.

A história de Miriam começou no Rio de Janeiro, cidade onde morava e que começou sua formação em direito. Um certo dia, ela resolveu arriscar e se candidatou para estudar na Université de Montréal com intuito de continuar sua formação em direto. Miriam chegou em Montreal em 2004, e como ela mesmo explica, não tinha muito brasileiro vindo estudar no Canadá nesta época. Todo processo era uma descoberta, uma aventura. Miriam já tinha ouvido falar do Departamento de Direito da UdeM, e o fato dele ser bi jurídico (englobando os processos jurídicos províncias do Quebec e nacionais do Canadá) a atraiu bastante. 

“Quando eu cheguei no terceiro ano do bacharelado, tínhamos a oportunidade de começar algumas matérias de mestrado conhecido como o cheminement d’excellence.  Os alunos com bom desempenho acadêmico podiam fazer algumas matérias do mestrado junto com o bacharelado e depois, ao terminar o bacharelado, bastava continuar o mestrado eliminando as matérias que já tínhamos feito”, explica a professora. 

Em 2007, Miriam tinha terminado o bacharelado e o mestrado na UdeM, e já embarcava em uma nova aventura. Desta vez, na University of Cambridge onde ela cursou outro mestrado em direito internacional. Além do curso, Miriam teve a oportunidade de fazer um estágio na Corte penal internacional na Holanda. Esse estágio mudou sua vida, pois naquele momento ela soube que o direito internacional era sua vocação. Não obstante, Miriam ainda abraçou outra oportunidade após essa e fez mais um mestrado, dessa vez em Havard na área de direitos humanos. Como surgiram tantas oportunidades? Miriam explica que foram os professores e os e-mails da UdeM que sempre apresentavam bolsas e diversos programas – o que possibilitou seu percurso de sucesso. Miriam conta que sem esses concursos de bolsas, o incentivo da UdeM e dos professores, teria sido muito difícil realizar esses projetos. 

Após anos de estudo e trabalho, a brasileira teve a oportunidade de começar sua sonhada carreira acadêmica como professora de direito internacional numa nova faculdade de direito em Ontário. Ela conta que foi uma excelente oportunidade que durou três anos. Em 2017, Miriam voltou a UdeM como palestrante e foi então que ficou sabendo da vaga que se abria no Departamento de Direito Internacional. Miram se candidatou e após algumas entrevistas, ela estava de mudança para Montreal, onde sua jornada internacional havia começado. 

Professora em direito internacional na UdeM desde 2018, ela explica que sua rotina é corrida entre preparação de aulas de bacharelado e mestrado, supervisão de trabalhos acadêmicos e coordenação de pesquisas e subvenções. Sempre apaixonada pela pesquisa, Miriam está constantemente atrás de projetos onde pode fazer brilhar o talento de alunos e lhes oferecer oportunidades – assim como ela teve. Para a professora, a área da pesquisa é muito importante – por isso ela se dedica bastante a esses projetos. 

Miriam destaca que a Faculdade de Direito da UdeM é muito prestigiada e reconhecida mundialmente. Durante todo seu percurso, a UdeM proporcionou grandes oportunidades e ela sempre teve orgulho de fazer parte da universidade. Ela acredita também que é uma excelente oportunidade para estudar direito em francês, uma vez que o inglês é mais comum e universal, o francês é o diferencial. 

Além disso, a professora conta que tem algo muito especial na Faculdade de Direito da UdeM: uma diversidade sem igual, são muitos alunos internacionais de várias partes do mundo, e também uma pluralidade no corpo docente. Como aluna e professora, Miriam se sente representada e acolhida. O que para ela é razão suficiente para vir estudar na UdeM. Ela destaca ainda a excelência acadêmica, o incentivo à pesquisa, o respeito e o coleguismo como outros fatores expressivos. Os professores são muito bem preparados e a comunidade muito unida e, segundo ela, isso faz toda a diferença.  


À propos de l'auteur(e)
Bruno C. A. de Jesus

Brésilien, passionné de musique et des hamburgers. Bruno est aussi titulaire d’une maîtrise en français langue étrangère et d’un baccalauréat en communication sociale et journalisme. Après avoir vécu plusieurs années en Suisse, il a déménagé à Montréal où actuellement il découvre les meilleurs cafés et friperies de la ville, tout en étant étudiant au doctorat en sciences humaines appliquées. Au cours de ses études, il a cumulé des connaissances interdisciplinaires variées surtout en sociolinguistique, linguistique queer et l’acquisition de langue étrangère. Ces travaux de recherche s’intéressent aux liens entre la langue, l’identité et la culture LGBTQi+.

Musique
Photographie
Voyage

Abonnez-vous à notre blogue

En saisissant votre courriel, vous consentez à recevoir des communications de l’UdeM.

Le test cursus: pour trouver votre voie